Quem Somos
Somos monoteístas e cremos que D'us - um e único(Dt 6:4;Mc12:29) - criou todas as coisas(Gn 1:1) para o Seu louvor (Sl 148). Cremos na plena divindade(Cl 2:9)de Yeshua haMashiach (Jesus, o Cristo). o Filho primogênito (Rm 8:29) e unigênito de D'us (Jo 3:16; Hb 11:17) e expressão máxima de Sua presença manifesta em forma plenamente humana (RM 5:15). Cremos no Espírito Santo de D'us e a manifestação e diversidade de dons e ministérios (Ex 31: ; At 2; 1Co 12). Cremos na veracidade, na inspiração divina, na validade atual e na autoridade exclusiva e inquestionável das Escrituras Sagradas (2Tm 3:16), entendidas como o conjunto de todos os livros chamados Antigo e Novo Testamentos - Tanach e Brit Chadashá. Fora estes, não há outro livro sagrado, canônico ou dotado de autoridade inquestionável. Cremos que a redenção e salvação eterna somente podem ser alcançadas mediante o sacrifício vicário de Yeshua (At 4:12), independente de o indivíduo ser judeo ou não judeu. Somos membros do Corpo de Cristo (1Co 12:12-27) - a Igreja - e, dessa forma, interagimos com os demais membros desse Corpo a favor do Corpo, procurando a unidade e a comunhão entre os seguidores de Yeshua, sejam judeus ou não. Conforme as Escrituras, judeus e não judeus cosntituem a família de D'us em Cristo (Ef 2:19): os gentios crentes em Cristo são enxertados na "oliveira" - Israel - e os judeus crentes em Cristo são reenxertados em sua própria raiz (Rm 11). Assim, judeus e não judeus participam da "seiva" - bêncãos e promessas - da mesma "oliveira". A igreja Cristã não substituiu o povo de Israel, como declara a falsa Teologia da Substituição, reforçada pelos concílios romanos. Israel, enquanto nação, possui sim um chamado ou vocação irrevogável (Ex 19:6; Jr 31:31,35-36; Rm 11:29). Pastor Presidente
No que Cremos
Os Dez Mandamentos

Shavuot é o dia no qual celebramos a grande revelação da Outorga da Torá no Monte Sinai, no ano 2448. As almas de todos os judeus de todos os tempos juntaram-se para ouvir os Dez Mandamentos, transmitidos pelo próprio D'us.
Em Shavuot, na realidade, D'us está nos dando novamente a Torá. Por isso, o Rebe conclamou que todo judeu, homem, mulher, e especialmente crianças (até mesmo bebês recém-nascidos) devem fazer todo o esforço para estarem presentes numa sinagoga durante a leitura dos Dez Mandamentos.
O Livro de Ruth

Em muitas sinagogas lê-se o Livro de Ruth no segundo dia de Shavuot. Há vários motivos para este costume:
A - Shavuot é a data de nascimento e yahrzeit (dia de falecimento) do Rei David, e o Livro de Ruth registra sua ancestralidade. Ruth e seu marido Boaz foram os bisavós do Rei David.
B - As cenas de colheita, descritas no Livro de Ruth, são apropriadas ao Festival da Colheita.

Significado de Shavuot
Shavuot é o segundo dos três maiores Dias Festivos (Pêssach é o primeiro e Sucot o terceiro), e vem exatamente cinqüenta dias após Pêssach. A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.
A palavra Shavuot significa "semanas": assinala a compleição das sete semanas entre Pêssach e Shavuot (o período do ômer), durante o qual o povo judeu preparou-se para a Outorga da Torá. Durante este tempo, purificou-se das cicatrizes da escravidão e tornou-se uma nação sagrada, pronta a entrar em uma aliança eterna com D'us, com a Outorga da Torá.
Shavuot também significa "juramentos". Com a Outorga da Torá, o povo judeu e D'us trocaram juramentos, formando um pacto duradouro de não abandonar um ao outro.
O que é Shavuot?

Shavuot é o dia da outorga da Torá. Segundo dos três maiores Dias Festivos (Pêssach é o primeiro e Sucot o terceiro).
A palavra Shavuot significa "semanas": assinala a compleição das sete semanas entre Pêssach e Shavuot (o período do ômer), durante o qual o povo judeu preparou-se para a Outorga da Torá. Durante este tempo, purificou-se das cicatrizes da escravidão e tornou-se uma nação sagrada, pronta a entrar em uma aliança eterna com D'us.

Nomes adicionais

Shavuot é também chamada de Atsêret, que significa a Compleição, porque juntamente com Pêssach, completa uma unidade. Ganhamos nossa liberdade em Pêssach a fim de recebermos a Torá em Shavuot.
Outro nome para Shavuot é Yom Habicurim, ou o Dia dos Primeiros Frutos. Numa expressão de agradecimento a D'us, começando em Shavuot, cada fazendeiro na terra de Israel levava ao Templo Sagrado uma oferenda do primeiro trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas e tâmaras que cresciam no campo.
Shavuot é também chamado Chag Hacatsir, a Festa da Colheita, porque o trigo, o último dos grãos a ficar pronto para ser cortado, era colhido nesta época do ano.
A Outorga da Torá

A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai no ano 2448.
A revelação de D'us perante milhões de testemunhas atesta a verdade da Torá. Nunca houve outra cena antiga com tantas testemunhas e nenhum fato histórico nestas dimensões, transmitido de geração em geração sem interrupção. Este evento espiritual de longo alcance atingiu a essência da alma judia daquele tempo e para sempre. Nossos sábios a compararam ao casamento de D'us com o povo judeu. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.
Festa de Shavuot também é chamada de
Chag HaBicurim/ festas das primicias
Shavuot (Pentecostes) é também conhecida como Chag HaBicurím (Festa das Primícias), Chag HaKatsir (Festa da Colheita) e Chag Matan Torá (Festa do Recebimento da Torá), e é celebrado no quinquagésimo dia de Sefirat Haômer (contagem do Omer).
Shavuot celebra a revelação da Torá ao povo de Israel. A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai no ano 2448. A revelação de D'us perante milhões de testemunhas atesta a verdade da Torá. Este evento espiritual de longo alcance atingiu a essência da alma judia daquele tempo e para sempre.
Nossos sábios a compararam ao casamento de D'us com o povo judeu. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.

A Torá é composta de duas partes: a Lei Escrita e a Lei Oral. A Torá escrita contém os Cinco Livros de Moises, os Profetas e os Escritos. Juntamente com a Torá Escrita, Moises recebeu também a Lei Oral, que explica e esclarece a Lei Escrita. Foi transmitida oralmente de geração em geração, e finalmente transcrita no Talmud e Midrash.
A palavra "Torá" significa instrução ou orientação. A palavra "mitzvá" significa tanto mandamento como conexão. Há 613 mandamentos. Os positivos (Faça), totalizando 248, são equivalentes ao número de órgãos no corpo humano. Os 365 negativos (não faça) são equivalentes ao número de dias do ano solar. Através do estudo da Torá e cumprimento das mitzvot, nós nos conectamos com o ambiente e a D'us. No mês de Sivan terminava a colheita de cereais e assim, destes produtos que graças à proteção divina puderam ser colhidos, eram separadas as primícias como oferendas.
Por isso Shavuot se chama também Chag HaBicurím, festa das primícias (primeiras colheitas).
Nos tempos do Templo Sagrado, Shavuot, assim como Pessach (Páscoa) e Sucot (Tabernáculos) se caracterizavam pelas peregrinações.
Estudando na noite de Shavuot

Na primeira noite de Shavuot os judeus de todo o mundo cumprem o costume milenar de dedicar toda uma noite ao estudo de Torá. A tradição judaica relata que D'us apareceu no Monte Sinai ao nascer do dia para pronunciar os Dez Mandamentos, mas o povo não se levantou cedo. Foi necessário que D'us os despertasse. Para retificar esta falha, os homens permanecem acordados na primeira noite de Shavuot recitando passagens da Torá

Os Dez Mandamentos

Shavuot é o dia no qual celebramos a grande revelação da Outorga da Torá no Monte Sinai, no ano 2448. As almas de todos os judeus de todos os tempos juntaram-se para ouvir os Dez Mandamentos, transmitidos pelo próprio D'us.
Em Shavuot, na realidade, D'us está nos dando novamente a Torá. Por isso, o Rebe conclamou que todo judeu, homem, mulher, e especialmente crianças (até mesmo bebês recém-nascidos) devem fazer todo o esforço para estarem presentes numa sinagoga durante a leitura dos Dez Mandamentos.
O Livro de Ruth

Em muitas sinagogas lê-se o Livro de Ruth no segundo dia de Shavuot. Há vários motivos para este costume:
A - Shavuot é a data de nascimento e yahrzeit (dia de falecimento) do Rei David, e o Livro de Ruth registra sua ancestralidade. Ruth e seu marido Boaz foram os bisavós do Rei David.
B - As cenas de colheita, descritas no Livro de Ruth, são apropriadas ao Festival da Colheita.

 
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